A Cota de Um Terço para Mulheres na Guiana — Duas Décadas de Representação Sustentada
Guiana
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Em 28 de julho de 2022, a Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe aprovou por unanimidade uma lei que reserva 40% dos cargos parlamentares, governamentais e da administração pública para mulheres. A lei entrou em vigor depois das eleições desse ano, pelo que o seu verdadeiro teste será o pleito de setembro de 2026.
Em 28 de julho de 2022, os 55 deputados da Assembleia Nacional de São Tomé e Príncipe aprovaram por unanimidade legislação que reserva um mínimo de 40% dos lugares na Assembleia Nacional e no Governo, mais 40% dos cargos de direção da administração pública, para mulheres, exigindo alternância de género nas duas primeiras posições das listas de candidatos. A reforma resultou de uma advocacia multissetorial de parlamentares, grupos da sociedade civil e advogadas, incluindo a ex-Primeira-Ministra Maria das Neves e a ex-Ministra da Justiça Ilza Amado Vaz, com apoio técnico da ONU Mulheres, do PNUD e do Departamento de Assuntos Políticos da ONU.
Antes da reforma, as mulheres ocupavam 12% dos lugares na Assembleia Nacional e 20% dos cargos governamentais. A lei entrou em vigor em 19 de novembro de 2022, depois de as eleições de 25 de setembro de 2022 já terem terminado, pelo que não se aplicou a essa votação: as mulheres conquistaram 8 dos 55 lugares (14,55%), sem alteração face a 2018 e uma descida face a um valor pré-eleitoral de 23,6%. O primeiro verdadeiro teste eleitoral está previsto para 27 de setembro de 2026. Separadamente, o índice Mulheres, Empresas e o Direito do Banco Mundial para São Tomé e Príncipe subiu de 53,8 em 2008 para 83,1 em 2023.
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