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Gestão Integrada de Cheias do Rio Vaisigano — Resiliência de Bacia Baseada em Ecossistemas (Samoa)

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O governo de Samoa, com uma doação de US$57,7M do Fundo Verde para o Clima (US$65,7M no total), está a melhorar obras fluviais e drenagem na bacia do Vaisigano, junto à capital Apia, para proteger cerca de 37.000 pessoas de cheias recorrentes até 2025.

Gestão Integrada de Cheias do Rio Vaisigano — Resiliência de Bacia Baseada em Ecossistemas (Samoa)

Detalhes

Promotor
Government of Samoa – Ministry of Natural Resources and Environment, with the Green Climate Fund
Período
2017–2025
Palavras-chave
water management, disaster risk reduction, climate adaptation

Descrição

Apia, capital e única cidade de Samoa, situa-se na foz do rio Vaisigano, uma bacia curta e íngreme que inunda rapidamente durante ciclones e chuvas intensas, de forma mais destrutiva em dezembro de 2012, quando o ciclone Evan matou várias pessoas e danificou grande parte do centro da cidade.

Em resposta, o Ministério dos Recursos Naturais e Ambiente do Governo de Samoa obteve a aprovação do Fundo Verde para o Clima em dezembro de 2016 para o programa "Gestão Integrada de Cheias para Reforçar a Resiliência Climática da Bacia do Rio Vaisigano": um pacote de US$65,7 milhões (US$57,7 milhões em doação do GCF mais US$8 milhões de cofinanciamento) que combina obras fluviais à escala da bacia, aumento da capacidade de drenagem a jusante, planeamento integrado do uso do solo e do risco de cheias, reforço de capacidades comunitárias e medidas baseadas em ecossistemas no corredor fluvial. A implementação começou em julho de 2017 e está prevista até janeiro de 2025, com um período total do projeto de 25 anos para manter os ganhos de resiliência.

De acordo com os relatórios públicos mais recentes do GCF, o programa tinha 49% dos fundos desembolsados, esperando-se que cerca de 37.000 pessoas beneficiem de maior resiliência a cheias. Os relatórios disponíveis não discriminam as obras fluviais concluídas em hectares ou quilómetros, nem quantificam resultados de biodiversidade ou carbono das componentes baseadas em ecossistemas, pelo que esta prática é sustentada sobretudo por infraestrutura de redução do risco de cheias e execução institucional, e não por métricas ecológicas.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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