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Vulcan Coalition — Empregar Pessoas com Deficiência para Rotular e Treinar Conjuntos de Dados de IA

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Uma empresa de Banguecoque emprega e forma pessoas com deficiência, incluindo pessoas surdas, para rotular e treinar conjuntos de dados de IA/ML na sua própria plataforma de rotulagem, colocando trabalhadores com deficiência dentro da produção de IA em vez de apenas lhes destinar ferramentas.

Vulcan Coalition — Empregar Pessoas com Deficiência para Rotular e Treinar Conjuntos de Dados de IA

Detalhes

Promotor
Vulcan Coalition Co., Ltd.
Período
2020-present
Palavras-chave
AI data labeling, disability employment, digital skills

Descrição

A Vulcan Coalition é uma empresa sediada em Banguecoque, fundada em 2020, que opera um negócio de rotulagem de dados para IA com uma equipa composta significativamente por pessoas com deficiência, incluindo colaboradores surdos que rotulam dados visuais e de língua gestual usados para treinar modelos de aprendizagem automática na própria Vulcan Data Labeling Platform da empresa. O modelo coloca trabalhadores com deficiência diretamente dentro da cadeia de produção de IA — como profissionais pagos de rotulagem de dados — em vez de os posicionar apenas como utilizadores finais ou testadores de tecnologia assistiva construída por terceiros.

A Vulcan estabeleceu uma parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Segurança Humana da Tailândia para formar 2.000 pessoas em competências de rotulagem de dados, segundo a Microsoft Stories Asia. Um relato distinto da Thoughtworks Tailândia refere que a Vulcan Academy da empresa já qualificou mais de 1.000 pessoas com deficiência, e que o seu serviço de call-center permite que mais de 100 pessoas com deficiência trabalhem a partir de casa. Para contexto, a reportagem da Microsoft cita que apenas cerca de 30% dos 1,7 milhões de pessoas com deficiência da Tailândia têm emprego formal, num quadro legal que exige que empresas com 100 ou mais colaboradores empreguem pelo menos uma pessoa com deficiência.

As duas fontes verificáveis encontradas para esta prática — Microsoft Stories Asia e Thoughtworks — são conteúdo produzido pela empresa ou por parceiros, e não jornalismo independente ou avaliação académica, o que constitui uma limitação real à independência da base de evidência. Nenhuma das fontes revela o número total atual de colaboradores com deficiência da empresa, apenas os totais de formação e qualificação acima citados; um artigo do Bangkok Post que referia a empresa não pôde ser verificado de forma independente para este registo, uma vez que a página devolveu um erro de acesso.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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