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Laboratório de Inovação em Deficiência da a2i — Advocacia Liderada por Pessoas com Deficiência Força Design Bancário Acessível no Bangladesh

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A queixa de discriminação de um consultor cego forçou um banco a emitir-lhe o cartão numa semana; a a2i auditou depois 5 bancos e emitiu, em 2022, uma diretriz de design web inclusivo — mas o uso de internet móvel por pessoas com deficiência no Bangladesh continua muito atrás.

Laboratório de Inovação em Deficiência da a2i — Advocacia Liderada por Pessoas com Deficiência Força Design Bancário Acessível no Bangladesh

Detalhes

Promotor
Aspire to Innovate (a2i) Programme, ICT Division, Government of Bangladesh
Período
2022–present (guideline issued 2022; evaluation 2025)
Palavras-chave
digital government, disability inclusion, financial services

Descrição

O programa Aspire to Innovate (a2i) do Bangladesh, gerido pela Divisão de TIC sob a tutela do Gabinete do Primeiro-Ministro, criou um Laboratório de Inovação em Deficiência (DIL) como plataforma emblemática para tornar a transformação digital do país acessível a pessoas com deficiência, incluindo um painel de auditores de acessibilidade que são eles próprios cegos, surdos ou com deficiência física.
O resultado mais concreto do Laboratório até à data nasceu de uma queixa individual: Vashkar Bhattacharjee, consultor nacional da a2i e cego, viu-se recusado um cartão de crédito comum por um banco que exigiu, em vez disso, um depósito de 200.000 taka e propôs emitir o cartão em nome da esposa. Depois de levar o caso à Comissão Nacional de Direitos Humanos do Bangladesh, que realizou uma audiência a 17 de janeiro de 2022, o banco emitiu-lhe o cartão numa semana. A a2i usou a decisão como alavanca para auditar cinco grandes bancos — Sonali Bank, Islami Bank, The City Bank, Standard Chartered Bank e Eastern Bank Limited — e informou os seus executivos sobre design de serviços acessíveis a 2 de março de 2022.
Essa ação de advocacia alimentou a 'Diretriz de Serviços Digitais e Design Web para Acessibilidade Inclusiva 2022', emitida pela Divisão de TIC e alinhada com a WCAG 2.1, que as equipas do governo e do setor financeiro devem agora seguir ao conceber serviços digitais.
O fossó que se procura fechar continua largo: um estudo conjunto de 2025 do PNUD Bangladesh e da a2i concluiu que apenas 4% das pessoas com deficiência usam internet móvel, contra 27% das pessoas sem deficiência — um lembrete de que as diretrizes e auditorias ainda não se traduziram em acesso digital igualitário.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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