Modernização do Governo Digital da Moldova — Serviços Públicos Acessíveis para Cidadãos Vulneráveis
Moldávia
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A plataforma e-Mongolia atingiu 1,8 milhões de utilizadores (88% dos adultos) até 2024. A atualização de maio de 2023 trouxe acessibilidade com cores, áudio e pesquisa por voz com IA, enquanto quiosques 'Khurdan' e formação apoiada pela ONU alargam o acesso a pastores nómadas.
Lançada a 2 de outubro de 2020, a plataforma e-Mongolia da Mongólia permite aos cidadãos concluir transações governamentais — desde cartas de condução e passaportes até ao registo de empresas — online, em vez de terem de visitar várias agências presencialmente.
Em maio de 2023, o governo lançou a e-Mongolia 3.0, acrescentando funcionalidades de acessibilidade dirigidas especificamente a pessoas com deficiência, incluindo versões com código de cores e em áudio de conteúdos-chave e uma pesquisa por voz alimentada por IA, juntamente com serviços simplificados de registo de empresas e notariais. Para chegar às comunidades nómadas de pastores da Mongólia, que se deslocam sazonalmente e frequentemente carecem de acesso fiável à internet, o governo associou a plataforma online a quiosques de atendimento presencial 'Khurdan' ('rápido'), com agentes formados, testados em Darkhan-Uul e noutras províncias; um programa conjunto liderado pelo Gabinete do Coordenador Residente da ONU, com o PNUD e a UNICEF, e apoiado pelo Joint SDG Fund, complementa os quiosques com formação em literacia digital dirigida a pelo menos 3000 mongóis, metade dos quais mulheres.
Em 2024, a plataforma tinha alcançado cerca de 1,8 milhões de utilizadores ativos, cerca de 88% da população adulta da Mongólia, oferecendo mais de 1200 serviços de 86 organizações governamentais; a e-Mongolia Academy reporta uma redução cumulativa de 704,9 mil milhões de MNT nos custos de transação dos cidadãos.
A escala da plataforma e a atualização de acessibilidade de 2023 são corroboradas pelos próprios relatórios do governo, pelos relatos dos parceiros da ONU e por cobertura independente sobre política tecnológica, mas nem o governo nem os seus parceiros da ONU publicaram uma avaliação auditada de forma independente sobre os resultados especificamente para pastores ou pessoas com deficiência — os números principais permanecem autorreportados.
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