Desde 2011, os empregadores austríacos têm de indicar o salário mínimo oferecido nos anúncios de emprego. Os estudos apontam uma pequena redução da disparidade salarial, concentrada em vagas urgentes, e nenhum efeito na segregação por profissões ou empresas.
Detalhes
Promotor
Austrian Federal Ministry / Social Partners (Equal Treatment Act, GlBG)
Período
2011–present
Palavras-chave
pay transparency, recruitment, job advertisements, gender pay gap
Descrição
Em 2011, a Áustria alterou a Lei da Igualdade de Tratamento para que os anúncios de emprego indiquem o salário mínimo oferecido (mínimo da convenção coletiva, com indicação de disponibilidade para pagar mais). A medida foi avaliada por economistas independentes. Bamieh e Ziegler (Economic Policy, vol. 40, 2025) encontram uma disparidade de género substancial, de cerca de 15 pontos logarítmicos, mas concluem que a transparência salarial não reduziu a segregação de género por profissões ou empregadores. Outro estudo sobre divulgação salarial obrigatória e negociação refere um efeito pequeno da informação salarial, que reduz de algum modo a disparidade; o efeito é forte e significativo em vagas preenchidas com urgência, impulsionado por salários femininos mais altos, e inexistente nas vagas não urgentes. Lição para transferência: indicar um piso salarial é barato de administrar e pode ajudar na negociação, mas por si só não resolve a segregação estrutural; um piso é mais fraco do que um intervalo salarial.
Implementação
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Fontes de dados
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
Primeira divulgação pública das brechas salariais de género para ~5.000 empregadores privados australianos (>=100 trabalhadores), publicada a 27 de fevereiro …