Política de Visão de Género do Suriname (2021-2035) e o Aumento da Representação Feminina
Suriname
O Departamento de Assuntos de Género do Suriname lançou uma política de visão de género de 15 anos (2021-2035) sobre …
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O Conselho Supremo da Mulher do Bahrein, presidido pela realeza desde 2001, gerou uma primeira ministra (2004) e juízas (2006); as mulheres detêm hoje ~20% dos lugares parlamentares, mas monitores independentes apontam lacunas persistentes e reformas 'artificiais'.
O Conselho Supremo da Mulher (SCW) do Bahrein foi criado em 22 de agosto de 2001 pelo Decreto Amiri n.º 44, presidido pela esposa do Rei e reportando diretamente ao monarca, com o mandato de atuar como organismo de referência para os assuntos das mulheres em todo o governo. Às mulheres foi concedido o direito de voto e de candidatura em 2002.
O SCW produz um Plano Nacional para o Avanço da Mulher Bahreinita, atualizado periodicamente (2013-2022, prorrogado até 2026), destinado a coordenar a ação governamental em matéria de assuntos das mulheres.
O Conselho supervisionou marcos concretos: a Dra. Nada Haffadh tornou-se a primeira ministra do Bahrein em 2004, e o país nomeou as suas primeiras juízas a partir de 2006.
As mulheres detêm atualmente cerca de 20% dos lugares no Conselho de Representantes do Bahrein, com 22 juízas (14 em cargos de decisão), segundo dados recentes do SCW.
A avaliação independente é mais crítica: ativistas bahreinitas (a Comissão de Petição das Mulheres, 2007) pediram a dissolução do SCW, descrevendo as suas reformas como 'artificiais e marginais' e os nomeados como escolhidos por critérios tribais ou sectários em vez de mérito. Os relatórios de 2025-2026 da Human Rights Watch e o comité da CEDAW documentam um espaço cada vez mais restrito para as defensoras dos direitos humanos das mulheres, uma lei laboral que continua a excluir as trabalhadoras domésticas de proteções básicas, e uma lei de nacionalidade que continua a impedir as mães bahreinitas de transmitir a cidadania aos filhos.
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