Política de IA na Educação da Universidade da Guiana — Avaliação em Dois Regimes e Divulgação Obrigatória de IA
Guiana
A universidade nacional da Guiana exige que os estudantes divulguem o uso de IA generativa, avalia trabalhos assistidos e não …
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O grupo de trabalho do CNIPES inquiriu 68 instituições de ensino superior: a IA já é usada no ensino em 52,9%, na investigação em 42,6% e na gestão em 26,5%, mas a governação não acompanha a adoção. Propõe três pilares: saber sobre, fazer com e ser sem IA.
Em abril de 2026, o Conselho Nacional para a Inovação Pedagógica no Ensino Superior (CNIPES), através de um grupo de trabalho Digital e IA na Educação criado pelo Despacho n.º 10945/2025, publicou, via DGES, o primeiro diagnóstico nacional abrangente sobre IA no ensino superior.
Os resultados assentam em respostas de 68 instituições e numa análise de estratégias internacionais, governamentais e universitárias. A utilização de IA já existe em 52,9% das instituições no ensino, 42,6% na investigação e 26,5% na gestão. A conclusão central é que a adoção ultrapassou a capacidade institucional de definir regras claras, coerentes e comparáveis; muitas instituições ainda não têm regras explícitas de utilização.
O relatório propõe três pilares: «Saber sobre IA» (literacia conceptual, ética e epistémica), «Fazer com IA» (usos pedagógicos e criativos) e «Ser sem IA» (preservar a autonomia e o juízo crítico, incluindo saber quando limitar ou recusar a IA). Defende a mediação humana e a verificação factual dos resultados da IA como ponto de partida da governação.
Limites: trata-se de um inquérito institucional autorreportado. Os resumos públicos não indicam taxa de resposta nem detalhes metodológicos, e não são medidos resultados de aprendizagem; a evidência sustenta o seu valor como referência de governação, não como prova de impacto.
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