Subvenções Comunitárias «Ridge to Reef» de Tonga — Restauração de Mangais e Resiliência Costeira
Tonga
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Desde 2014, o Governo do Djibuti e o PNUA, com 2 milhões de USD do GEF, restauraram mangais em Khor Angar/Damerjog (mais de 100.000 mudas, 0,5% de mortalidade). Um novo projeto de créditos de carbono, o Projeto Sahil, visa 2.921 ha e ~2 milhões de tCO2, ainda não verificados.
As florestas de mangal do Djibuti, concentradas em Khor Angar a norte e em Damerjog a sul, sofreram um declínio acentuado — só a floresta de Khor Angar encolheu de cerca de 120 hectares para cerca de 60 hectares — à medida que a subida do nível do mar bloqueou os canais de maré que a alimentavam. Desde 2014, o Governo do Djibuti (Ministério do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável) e o Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), com cerca de 2 milhões de dólares em financiamento do GEF, têm conduzido um programa de restauro e adaptação climática que combina a replantação de mangal com obras comunitárias (barragens, irrigação solar, dessalinização e formação em meios de subsistência). Uma iniciativa mais recente e distinta, o Projeto Sahil (com a Africa Carbon Solutions e comunidades locais), propõe alargar o restauro a 2.921 hectares em oito locais e obter créditos de carbono Verra VCS/CCB.
O programa do GEF/PNUA combinou a replantação de mangal (mais de 100.000 plântulas, com o viveiro de Khor Angar a produzir cerca de 35.000 plântulas por ano) com três pequenas barragens e irrigação solar em Damerjog, um sistema de dessalinização melhorado, e formação em pesca sustentável, cultivo de tamareiras, ecoturismo e agricultura de pequena escala. O Projeto Sahil propõe 781 ha de preservação, 1.675 ha de replantação de mangal e 465 ha de barreiras costeiras verdes ao longo de um horizonte de 40 anos, seguindo as metodologias Verra VCS (VM0033, VM0047).
O PNUA reporta uma taxa de mortalidade de 0,5% nas plântulas replantadas e o regresso documentado de caranguejos aos canais restaurados, mas estima que a recuperação total da floresta demorará 50-100 anos. A participação da comunidade na manutenção das árvores é sobretudo trabalho voluntário não remunerado, em vez de um esquema de pagamento direto. Os materiais promocionais do Projeto Sahil projetam um sequestro de cerca de 2.011.199 toneladas de CO2 equivalente ao longo da vida útil do projeto, mas trata-se de uma estimativa modelada ex-ante — não foi reportada qualquer verificação independente ou emissão de créditos de carbono nas fontes analisadas.
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