O National Centre for AI in Tertiary Education da Jisc conduziu, entre setembro de 2025 e agosto de 2026, um projeto-piloto de um ano para testar se ferramentas de IA de correção e feedback conseguiam reduzir de forma significativa a carga de trabalho de avaliação sem comprometer a integridade académica. O piloto teve duas vertentes: três ferramentas educativas dedicadas (Graide, Keath e TeacherMatic) e assistentes de uso geral como o ChatGPT, o Gemini e o Copilot, avaliados em 38 institutos e universidades do Reino Unido (uma primeira coorte de 14 institutos e 21 universidades, mais tarde reportada como 38 instituições no total).
As conclusões intercalares e finais, publicadas pela Jisc em dezembro de 2025 e maio de 2026, foram deliberadamente cautelosas. A avaliação formativa e de baixo risco emergiu como o caso de uso mais eficaz; manter uma supervisão humana genuína revelou-se mais difícil do que o previsto, sendo a correção paralela (IA e professor a corrigir em simultâneo) identificada como a mitigação mais viável. As reações dos estudantes foram mistas, com preocupações reais sobre confiança, ética e automação, levando as instituições participantes a criar em conjunto um guia de comunicação com estudantes e a partilhar modelos de aprovação ética.
A própria Jisc adota um enquadramento cauteloso: 'a IA não deve ser usada como solução universal' e as instituições devem construir uma justificação baseada em evidências antes de adotar estas ferramentas, mantendo a integridade académica. Pelo menos uma participante, o Ayrshire College, reportou um aumento acentuado no uso do TeacherMatic após o piloto, mas a Jisc não publicou dados quantificados sobre resultados de aprendizagem ou horas de trabalho poupadas, e a avaliação do setor não chega a afirmar um impacto comprovado — um caso genuinamente centrado em evidências e ainda em fase inicial, e não uma história de sucesso já escalada.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.