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Malawi Girls Can Code Too — Bootcamps de IA, Robótica e Literacia Digital para Jovens Mulheres Rurais

Malawi · Mzuzu · Ver o perfil de Malawi

O projeto Malawi Girls Can Code Too (MGCC2) realizou três bootcamps de 10 dias em Dowa, Mzuzu e na Universidade de Ciência e Tecnologia do Malawi em 2024, formando 122 raparigas (15-24 anos) em criação de plataformas de IA, robótica, programação e literacia digital, financiado pela Embaixada da Irlanda.

Malawi Girls Can Code Too — Bootcamps de IA, Robótica e Literacia Digital para Jovens Mulheres Rurais

Detalhes

Promotor
UN Women Malawi with Malawi's Ministry of Education and Ministry of Gender, funded by the Embassy of Ireland
Período
2024
Palavras-chave
education, ICT skills, gender equality, youth employability

Descrição

O projeto Malawi Girls Can Code Too (MGCC2), implementado pela ONU Mulheres Malawi com o Ministério da Educação e o Ministério do Género e Governo Local, e financiado pela Embaixada da Irlanda, realizou três bootcamps residenciais nos distritos de Dowa, Mzimba (Mzuzu) e na região sul, na Universidade de Ciência e Tecnologia do Malawi, entre abril e julho de 2024.

Participaram um total de 122 raparigas e jovens mulheres: 27 em Dowa, 45 em Mzuzu e 50 na coorte da região sul. As participantes foram formadas em programação, robótica, criação de plataformas de IA, internet das coisas, desenvolvimento de aplicações móveis, desenvolvimento web, literacia digital, design gráfico e empreendedorismo. A facilitadora Precious Msonda e a equipa da ONU Mulheres relataram que as participantes saíram com aplicações móveis e protótipos digitais funcionais; Ivy Gondwe (22 anos) e Grace Manda (23 anos) descrevem a mudança de acreditar que a programação estava fora do seu alcance para construírem as suas próprias aplicações.

A ONU Mulheres cita estatísticas nacionais para justificar o programa: os homens no Malawi têm cerca de três vezes mais probabilidade do que as mulheres de possuir competências informáticas básicas (7% vs 2%), apenas cerca de 25% dos investigadores do país são mulheres, e estima-se que 90% dos futuros empregos em África exigirão competências ligadas às TIC.

A evidência disponível é reportada pelo próprio programa, e não avaliada de forma independente: não existe avaliação publicada de competências antes/depois, grupo de controlo ou acompanhamento longitudinal do emprego, e os resultados baseiam-se em contagens dos organizadores e testemunhos das participantes. A continuidade do programa depende da renovação do financiamento da Embaixada da Irlanda para além do horizonte de 2026.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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