Mütterrente — O crédito retroativo de pensão para mães da Alemanha com filhos nascidos antes de 1992
Alemanha
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O crédito de pensão por nascimento da Coreia do Sul devia compensar cuidados infantis, mas dados oficiais de 2025 mostram 97,3% de beneficiários homens contra 2,7% de mulheres — um alerta sobre regras neutras em género com resultados desiguais.
O National Pension Service (Serviço Nacional de Pensões) da Coreia do Sul concede "créditos por nascimento" — meses adicionais acrescentados ao período de seguro registado de um contribuinte — destinados a compensar o tempo tipicamente perdido com a criação dos filhos e a aumentar a futura pensão do progenitor que prestou esses cuidados, procurando resolver um dos fatores do grande diferencial de género nas pensões da Coreia (em 2025, a pensão média de velhice das mulheres correspondia a 53% da dos homens, um diferencial de 47%).
Introduzido em 2008, o crédito aplicava-se inicialmente a partir do segundo filho da família. A partir de 1 de janeiro de 2026, a elegibilidade foi alargada ao primeiro filho (12 meses), ao segundo filho (12 meses) e ao terceiro filho em diante (18 meses cada), tendo sido abolido o limite anterior de 50 meses. Criticamente, o crédito é neutro em género por desenho: qualquer um dos progenitores pode reivindicá-lo e, quando ambos são contribuintes, as regras de atribuição podem favorecer o progenitor com o historial de contribuições mais forte — desproporcionadamente o pai, uma vez que os homens na Coreia ganham, em média, mais 46% do que as mulheres.
Dados oficiais do National Pension Service, citados pelo Korea JoongAng Daily, mostram que, no final de 2025, os homens receberam 9.727 dos créditos por nascimento (97,3%), contra 272 mulheres (2,7%) — apesar de as mulheres continuarem a ser a grande maioria das principais cuidadoras dos filhos, o grupo que o crédito pretendia apoiar. As notícias atribuem isto ao facto de os créditos serem aplicados na reforma e não no nascimento, a um requisito mínimo de 10 anos de historial de contribuições que as mães com interrupções de carreira têm dificuldade em cumprir, e a regras de atribuição por defeito que favorecem quem tem maiores rendimentos. Um relatório da Human Rights Watch de setembro de 2026 sobre discriminação sistémica de género e idade no mercado de trabalho coreano enquadra este resultado previdencial num padrão mais amplo de desvantagem estrutural para as trabalhadoras.
Ressalva honesta — este caso é incluído como exemplo de alerta. Apesar das boas intenções e de uma despesa pública considerável (com comparticipação do governo de cerca de 30% do custo), a expansão de janeiro de 2026 aumentou a generosidade do crédito sem alterar a regra de atribuição neutra em género que causa o desequilíbrio. As notícias citam especialistas que pedem que as contribuições sejam creditadas no nascimento, e não na reforma, e um aumento do financiamento governamental; estas correções ainda não tinham sido implementadas à data desta análise.
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