A Universidade de Stellenbosch (África do Sul) tem uma declaração de posição aprovada pelo Senado sobre o uso ético da IA, em vigor desde 1 de janeiro de 2025: estudantes e pessoal mantêm a responsabilidade pela integridade e exatidão do trabalho assistido por IA, e as ferramentas de IA generativa não podem ser creditadas como autoras de trabalho académico. Em 2025, as orientações da universidade sobre IA na avaliação, anunciadas pela vice-reitora Liezl van Dyk, rejeitaram uma regra única para toda a instituição.
Em vez disso, as decisões ficam ao nível do módulo e da avaliação. Os docentes podem proibir, restringir, permitir, incentivar ou exigir a IA em função dos resultados de aprendizagem pretendidos, avaliando se a IA os apoiaria ou prejudicaria; uma tarefa de programação, um relatório de laboratório, uma revisão da literatura, um projeto de design ou um estágio profissional podem exigir abordagens diferentes. Os docentes devem explicar a razão pedagógica das condições que definem, e não apenas enunciá-las. Os estudantes continuam responsáveis pela exatidão e originalidade, devem declarar contributos substanciais da IA (a edição básica pode não o exigir) e os estudantes de pós-graduação devem discutir os planos de uso de IA com os orientadores antes da submissão. Quando uma plataforma de IA é obrigatória, tem de existir uma alternativa. A universidade desaconselha confiar apenas em sistemas de deteção de IA na investigação de suspeitas de uso indevido.
Reservas sobre as provas: a abordagem é um desenho de política, documentado em declarações públicas da universidade e na imprensa especializada; não foram publicados dados de resultados (número de casos de integridade, aprendizagem, carga de trabalho). Deixa um grande peso de julgamento aos docentes e não existe certificação obrigatória de literacia em IA para o pessoal, pelo que a coerência depende do apoio local.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.