Anexo 13 do México — Duas Décadas de Orçamento Federal Reservado para a Igualdade das Mulheres
México
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Ao abrigo da Lei de Gestão das Finanças Públicas de 2015, todos os ministérios, departamentos, agências e governos locais do Uganda têm de obter pelo menos 50% numa avaliação de género e equidade antes de o respetivo documento orçamental ser aprovado; a conformidade nacional subiu de 68% para 70% no ano fiscal de 2026/27.
A Lei de Gestão das Finanças Públicas do Uganda (2015) exige que cada ministério, departamento, agência (MDA) e governo local demonstre que o seu Documento-Quadro Orçamental e a respetiva Declaração de Política Ministerial abordam questões de género e equidade antes de o Ministério das Finanças, Planeamento e Desenvolvimento Económico aprovar o orçamento. A Comissão para a Igualdade de Oportunidades (EOC), um órgão constitucional, avalia os planos de cada instituição face a uma lista de verificação normalizada e emite um Certificado de Género e Equidade às entidades que obtêm pelo menos 50%; os primeiros certificados foram emitidos para o ano fiscal de 2017/18, depois de 79 setores terem atingido o limiar.
A institucionalização tem crescido de forma constante: no ano fiscal de 2026/27, todas as 149 Declarações de Política Ministerial avaliadas atingiram a pontuação mínima de 50%, e a conformidade média nacional subiu de 68% para 70% de um ano para o outro, segundo os relatórios de avaliação da própria EOC. O certificado foi também alargado aos governos locais, avaliando agora rotineiramente orçamentos distritais e municipais a par das rubricas do governo central.
O mecanismo tem limites: um limiar de aprovação de 50% é um patamar baixo, a avaliação da EOC centra-se na conformidade processual (se os dados de género e equidade constam dos documentos de planeamento) em vez de resultados verificados a jusante para mulheres e grupos marginalizados, e a imprensa ugandesa independente noticiou que algumas entidades ainda correm o risco de ser excluídas do processo orçamental por incumprimento. Ainda assim, continua a ser um dos regimes de conformidade em orçamentação de género mais sistematicamente documentados e geridos pelo Estado em África.
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