Fundo Fiduciário BACoMaB — Dotação para a Biodiversidade Costeira e Marinha do Banc d'Arguin (Mauritânia)
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O programa Wildlife Credits da Namíbia paga a conservâncias comunitárias por resultados de fauna verificados — avistamentos por guias turísticos e confirmação por armadilhas fotográficas/satélite acionam pagamentos equiparados de um fundo nacional. Os pagamentos em Wuparo para currais à prova de leões reduziram as perdas de gado por predação em cerca de 90%; //Huab recebeu N$181.240 desde 2018 para proteção de rinocerontes.
Wildlife Credits é um mecanismo de pagamento por desempenho de conservação que opera dentro da rede de 86 conservâncias comunitárias da Namíbia (cobrindo cerca de 20% do território do país), que desde 1996 transferiram direitos de uso da fauna silvestre às comunidades locais. No esquema, guias turísticos registram avistamentos verificados de espécies emblemáticas ou ameaçadas; operadores de lodges pagam a um Fundo Local de Área de Conservação por avistamento, e doadores nacionais ou corporativos igualam esses pagamentos em um fundo nacional Wildlife Credits, atualmente hospedado pelo Community Conservation Fund of Namibia (CCF-N), sob a NACSO.
Resultados documentados incluem: a Conservância Wuparo, onde um contrato de 2016 financiado por pagamentos combinados de lodge e do fundo nacional (N$51.425) custeou seis currais à prova de leões, reduzindo em cerca de 90% as perdas de gado causadas por leões. A Conservância Sobbe recebeu N$130.000 da Distell Namíbia/Amarula (pagos ao longo de três anos) para proteger um corredor de elefantes posteriormente confirmado, por armadilhas fotográficas e imagens de satélite, como usado por mais de duas dezenas de espécies; os recursos financiaram um projeto de eletrificação de uma vila. A Conservância //Huab recebeu N$181.240 em pagamentos do fundo nacional desde 2018, além de N$14.525 de seu operador de lodge, para monitoramento de rinocerontes-negros, alocação de guardas-florestais e uma rede ampliada de radar anticaça furtiva.
O mecanismo ainda é de pequena escala — apenas um punhado das 86 conservâncias da Namíbia tem pagamentos ativos e documentados de Wildlife Credits, e o próprio fundo é descrito por seus operadores como 'temporariamente hospedado', à espera de uma sede institucional permanente, o que significa que sua sustentabilidade financeira de longo prazo ainda não está garantida. Ele também depende de uma combinação de financiamento inicial filantrópico (WWF) e contribuições corporativas voluntárias, e não de uma fonte de receita vinculada a obrigações de conformidade.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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