Mindspark — aprendizagem adaptativa em escolas indianas
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O Ministério da Tecnologia e Ciência da Zâmbia assinou um memorando de entendimento com a Obrizum Group, ligada a Cambridge, em março de 2026, para testar a aprendizagem adaptativa com IA em escolas secundárias a partir de meados de abril de 2026, no âmbito da Estratégia Nacional de IA 2024-2026, com expansão prevista para instituições TEVET e para todo o país em caso de sucesso.
Em março de 2026, o Ministro da Tecnologia e Ciência da Zâmbia, Felix Mutati, assinou um memorando de entendimento com a Obrizum Group Ltd — uma empresa de tecnologia educativa sediada em Cambridge, no Reino Unido, liderada pelo CEO Dr. Chibeza Agley — para testar ferramentas de aprendizagem adaptativa com IA no sistema público de ensino da Zâmbia.
O piloto foi lançado em meados de abril de 2026, visando inicialmente alunos do ensino secundário, antes de se expandir para instituições de Formação Técnica, Profissional e Empresarial (TEVET). A plataforma da Obrizum, que tem ligações académicas à Universidade de Cambridge, ajusta o conteúdo de aprendizagem em tempo real ao ritmo e às lacunas de conhecimento de cada aluno. A iniciativa insere-se na Estratégia Nacional de IA da Zâmbia 2024–2026, que prevê a integração de ferramentas de IA no ensino secundário, e o Ministro Mutati descreveu-a como um avanço para uma ‘aprendizagem de qualidade independentemente da localização geográfica’.
Até ao lançamento do piloto, nem o Ministério nem a Obrizum publicaram dados de avaliação independentes sobre os resultados de aprendizagem dos alunos; a cobertura mediática documenta a parceria, a tecnologia e o plano de implementação, mas não resultados medidos, e as autoridades afirmaram que a expansão nacional depende do sucesso comprovado do piloto — um patamar ainda não demonstrado.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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