A Lei das Trabalhadoras Domésticas do Uruguai e a Primeira Ratificação da Convenção 189 da OIT
Uruguai
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A Lei das Trabalhadoras Domésticas de 2013 das Filipinas prometeu contratos escritos, salário mínimo e segurança social a 1,4 milhões de kasambahay; um inquérito de 2019 revelou que só 2,5% tinham contrato escrito e 83% continuavam sem cobertura de segurança social.
A Lei dos Trabalhadores Domésticos (Lei da República n.º 10361), conhecida como Batas Kasambahay, entrou em vigor em 2013 para formalizar as proteções laborais dos trabalhadores domésticos das Filipinas — os kasambahay —, uma força de trabalho maioritariamente feminina há muito excluída do código laboral geral do país.
A lei exige contratos de trabalho escritos, um salário mínimo, pelo menos um dia de descanso por semana, e inscrição obrigatória, financiada pelo empregador, no Sistema de Segurança Social, no PhilHealth e no fundo habitacional Pag-IBIG após um mês de serviço.
O DOLE emitiu desde então diretrizes adicionais em 2021 destinadas a reforçar a fiscalização e a aumentar a sensibilização para a lei.
Um inquérito conjunto de 2019 do Departamento do Trabalho e Emprego (DOLE) e da Autoridade de Estatística das Filipinas, abrangendo cerca de 1,4 milhões de kasambahay em todo o país, constatou que apenas 2,5% dos trabalhadores domésticos (cerca de 35.000) tinham o contrato escrito exigido por lei, 83% não tinham qualquer cobertura de segurança social, e apenas 41% sequer sabiam que a lei existia.
A lei continua a ser um piso legal genuíno e ainda ativo para uma força de trabalho que anteriormente não tinha nenhum, mas os dados do próprio governo deixam claro que os direitos formais no papel ainda não chegaram à grande maioria dos trabalhadores que foram concebidos para proteger.
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