A Lagen om tillgänglighet till digital offentlig service (lei DOS) da Suécia transpõe a Diretiva de Acessibilidade da Web da UE e atribui à Myndigheten för digital förvaltning (DIGG), a agência governamental de administração digital sediada em Sundsvall, a responsabilidade de supervisionar a acessibilidade dos serviços digitais do setor público.
O relatório de monitorização da DIGG para 2022–2024 abrangeu 1.111 sites — 1.081 por monitorização simplificada e 30 por monitorização aprofundada — além de 15 aplicações analisadas em profundidade. Este número ficou aquém da meta de amostragem exigida pela UE, o que a DIGG atribuiu em parte a longos tempos de processamento interno.
As análises aprofundadas concluíram que a maioria dos serviços digitais públicos continuava difícil ou impossível de usar para muitas pessoas com deficiência. Nenhuma das aplicações analisadas obteve uma classificação 'boa' em acessibilidade, e as falhas recorrentes incluíram descrições de imagem em falta, estrutura de títulos deficiente, formulários inacessíveis, baixo contraste de cor, texto de ligação pouco claro, falhas de navegação por teclado, e declarações de acessibilidade em falta ou incompletas.
O especialista da DIGG, David Jakobsson, observou que o trabalho de acessibilidade 'depende muitas vezes de pessoas empenhadas a título individual, em vez de processos institucionais estabelecidos' — uma conclusão corroborada por analistas independentes de acessibilidade digital da ETU AB, que sublinharam que 'a acessibilidade tem de ser um processo contínuo, não um esforço pontual', ao comentar o mesmo relatório. A DIGG comprometeu-se a analisar mais 418 sites e 17 aplicações em 2025, deslocando o foco de 2026 para escolas e organismos regionais.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.