Quota de Género nos Conselhos da Califórnia (SB 826) — Ganhos Rápidos, Depois Declarada Inconstitucional
Estados Unidos da América
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A lei alemã de 2015 fixou uma quota de 30% para o género sub-representado nos conselhos fiscais com cogestão plena; uma década depois, a percentagem feminina quase duplicou, embora sem o mesmo ganho na presidência dos conselhos.
A Fuhrungspositionen-Gesetz (FuPoG) alemã, em vigor desde maio de 2015, impôs uma quota mínima vinculativa de 30% de género sub-representado nos conselhos fiscais de cerca de 100-108 empresas cotadas com cogestão plena; uma lei subsequente, a FuPoG II (2021), alargou as obrigações aos conselhos de administração.
A lei visa aumentar a representação das mulheres na liderança empresarial de topo através de uma quota estatutária vinculativa, em vez de compromissos voluntários das empresas.
As empresas abrangidas devem preencher pelo menos 30% dos lugares do conselho fiscal com o género sub-representado, nos termos do artigo 96(2) da Lei das Sociedades Anónimas, enquanto a FuPoG II exige que os maiores conselhos de administração incluam pelo menos uma mulher.
Uma análise quasi-experimental que explorou a introdução escalonada da quota encontrou um claro aumento da participação feminina nos conselhos fiscais das empresas abrangidas, mas nenhum efeito mensurável sobre quem ocupa a presidência do conselho ou sobre a dimensão do conselho; uma década depois, a participação feminina quase duplicou a nível de toda a economia e atingiu 38,6% nas empresas abrangidas.
A quota alterou a composição dos conselhos sem perturbar a hierarquia de liderança de topo, e tornou-se um modelo parcial para a Diretiva vinculativa da UE sobre Mulheres nos Conselhos de Administração.
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