A Regra Israelita de Administradora Mínima nos Conselhos das Empresas Cotadas
Israel
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A HKEX proibiu conselhos de género único para mais de 2.700 emitentes em 2022, com prazo até dez. 2024. A proporção caiu de 32,9% (2021) para ~3% (2025); a presença feminina nos conselhos subiu de ~15% para 21,5%.
Com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2022, a HKEX alterou as suas Listing Rules para exigir que o conselho de administração de cada emitente inclua pelo menos um administrador de género diferente, concedendo aos conselhos de género único existentes um período de transição de três anos até 31 de dezembro de 2024.
No momento da alteração da regra, 850 dos aproximadamente 2,650 emitentes cotados (32.9%) tinham conselhos de administração exclusivamente masculinos; este valor caiu para 21% na revisão da HKEX de novembro de 2023 e para cerca de 3% no início de 2025. A percentagem global de mulheres nos lugares dos conselhos subiu de cerca de 15% em 2021 para 21.5% em 2026, com cerca de 23% dos emitentes já a atingir uma representação feminina superior a 30%.
O mandato estabelece apenas um limiar mínimo de um administrador, em vez de uma meta proporcional, pelo que os ganhos quantitativos ultrapassaram a mudança qualitativa; os críticos assinalam o risco de nomeações simbólicas, e a regra não se estende à gestão executiva nem aos dados sobre disparidade salarial de género.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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