PAM — Plataforma adaptativa de matemática do Uruguai: o CINVE estima +0,2 DP, maior nos alunos de menores rendimentos
Uruguai
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Um piloto apoiado pelo Banco Mundial levou a plataforma Mindspark à formação de futuros professores no Gambia College. Uma avaliação de base revelou que só 60% dos formandos atingiram a proficiência mínima, e as formandas hesitavam em pedir ajuda a formadores todos homens.
A Avaliação de Competências de Professores (TCA) da Gâmbia concluiu que apenas 60% dos futuros professores em formação inicial para o ensino básico atingiram o nível mínimo de proficiência na matéria, num contexto em que cerca de 90% das crianças de 10 anos do país têm dificuldade em ler e compreender um texto simples.
Reforçar as competências básicas dos próprios professores em formação em matemática e inglês, atuando na origem do processo de formação de professores.
O MoHERST, o Ministério da Educação Básica e Secundária, o Gambia College e o Banco Mundial testaram o Mindspark, uma plataforma de aprendizagem adaptativa baseada em IA, junto de professores em formação. Num fórum realizado em outubro de 2024 em Banjul, responsáveis gambianos, incluindo o Ministro do Ensino Superior, Professor Pierre Gomez, e o Economista Sénior do Banco Mundial, Jason Weaver, analisaram os resultados da TCA e discutiram a expansão das tecnologias de aprendizagem adaptativa, a par da transição paralela do governo para um programa de formação de professores de três anos.
O próprio Adaptive Learning Toolkit do piloto, publicado pelo Banco Mundial, regista uma constatação sobre equidade a par dos resultados diagnósticos: as normas socioculturais afetaram significativamente a forma como as professoras em formação utilizavam o software. Observou-se que as alunas hesitavam em colocar questões ou pedir apoio devido a normas sociais que as tornavam reservadas perante os formadores e professores do piloto, todos do sexo masculino, o que, por sua vez, limitou o seu acesso a ajuda e a utilização eficaz da plataforma.
À data do fórum reportado, o piloto tinha produzido um diagnóstico de base rigoroso e um modo de falha em matéria de equidade honestamente documentado, mas ainda não existe evidência publicada de pré/pós que mostre que o Mindspark melhorou as pontuações de proficiência dos próprios professores em formação — trata-se de um piloto instrutivo numa fase inicial, e não de uma intervenção comprovada, e a lacuna de acesso relacionada com o género que revelou constitui um alerta para outras implementações de aprendizagem adaptativa com formadores de um único género.
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