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Nthabi — Agente Conversacional de IA para Educação em Saúde de Jovens Mulheres (Lesoto)

Lesoto · Leribe · Ver o perfil de Lesoto

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Um agente conversacional de IA culturalmente adaptado ofereceu educação em saúde sexual e reprodutiva via smartphone/tablet a 160 jovens mulheres no Lesoto rural; um ensaio clínico registou ganhos de conhecimento significativos em 2 de 3 temas.

Nthabi — Agente Conversacional de IA para Educação em Saúde de Jovens Mulheres (Lesoto)

Detalhes

Promotor
Sefako Makgatho University of Health Sciences & Northeastern University (Gabby Lab)
Período
2021 to 2024
Palavras-chave
digital health, conversational AI, sexual and reproductive health, mobile health

Descrição

A Nthabi é uma educadora de saúde virtual culturalmente adaptada, falante de sesoto — uma personagem enfermeira-parteira mosuto — disponibilizada via smartphone ou tablet a jovens mulheres no Lesoto rural. Adapta o "Gabby", um sistema de agente conversacional desenvolvido nos EUA, através de uma colaboração entre a Sefako Makgatho University of Health Sciences, a Northeastern University, a Boston University/Boston Medical Center, a University of Massachusetts Chan Medical School e a University of Oklahoma Health Sciences Center, financiada pelo NIH Fogarty International Center dos EUA (subsídio R21TW011361).
Um ensaio clínico inscreveu 172 mulheres entre os 18 e os 28 anos (média 22,5) nos distritos rurais de Leribe e Berea; 160 usaram a Nthabi e 157 iniciaram interações com o agente ao longo de até seis semanas, abordando planeamento familiar, ácido fólico e alimentação saudável. As participantes eram maioritariamente solteiras (91%) e cerca de dois terços eram estudantes.
Os testes de conhecimento antes/depois revelaram um aumento estatisticamente significativo no conhecimento sobre planeamento familiar (de 76,6% para 89,9% de respostas corretas, p=0,0233) e um aumento significativo ainda maior no conhecimento sobre ácido fólico (de 45,3% para 71,6%, p<0,0001). O conhecimento sobre alimentação saudável subiu apenas marginalmente e sem significância estatística (69,5% para 72,6%, p=0,421) — os investigadores reportam isto com honestidade em vez de o omitir. Um estudo complementar publicado concluiu que a adaptação cultural — aparência da personagem, língua e expressões em sesoto, e conteúdo clínico — foi considerada apropriada e aceitável pelas participantes. O ensaio permanece numa fase de investigação; não há ainda evidência publicada de implementação de rotina além da população do estudo.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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