Youth Collective Minds — Co-Criação de uma Plataforma Digital de Saúde Mental para a Juventude de Bogotá
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Um agente conversacional de IA culturalmente adaptado ofereceu educação em saúde sexual e reprodutiva via smartphone/tablet a 160 jovens mulheres no Lesoto rural; um ensaio clínico registou ganhos de conhecimento significativos em 2 de 3 temas.
A Nthabi é uma educadora de saúde virtual culturalmente adaptada, falante de sesoto — uma personagem enfermeira-parteira mosuto — disponibilizada via smartphone ou tablet a jovens mulheres no Lesoto rural. Adapta o "Gabby", um sistema de agente conversacional desenvolvido nos EUA, através de uma colaboração entre a Sefako Makgatho University of Health Sciences, a Northeastern University, a Boston University/Boston Medical Center, a University of Massachusetts Chan Medical School e a University of Oklahoma Health Sciences Center, financiada pelo NIH Fogarty International Center dos EUA (subsídio R21TW011361).
Um ensaio clínico inscreveu 172 mulheres entre os 18 e os 28 anos (média 22,5) nos distritos rurais de Leribe e Berea; 160 usaram a Nthabi e 157 iniciaram interações com o agente ao longo de até seis semanas, abordando planeamento familiar, ácido fólico e alimentação saudável. As participantes eram maioritariamente solteiras (91%) e cerca de dois terços eram estudantes.
Os testes de conhecimento antes/depois revelaram um aumento estatisticamente significativo no conhecimento sobre planeamento familiar (de 76,6% para 89,9% de respostas corretas, p=0,0233) e um aumento significativo ainda maior no conhecimento sobre ácido fólico (de 45,3% para 71,6%, p<0,0001). O conhecimento sobre alimentação saudável subiu apenas marginalmente e sem significância estatística (69,5% para 72,6%, p=0,421) — os investigadores reportam isto com honestidade em vez de o omitir. Um estudo complementar publicado concluiu que a adaptação cultural — aparência da personagem, língua e expressões em sesoto, e conteúdo clínico — foi considerada apropriada e aceitável pelas participantes. O ensaio permanece numa fase de investigação; não há ainda evidência publicada de implementação de rotina além da população do estudo.
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