Inquérito de 2025 do NZCER a 266 professores e 147 alunos em escolas primárias da Nova Zelândia: IA generativa já generalizada — 69% dos professores usam-na semanalmente — mas mal governada: 96% usam ferramentas gratuitas, só 44% confiantes para ensinar uso responsável.
69 %
Professores que utilizam IA generativa semanalmente (2025 survey)
96 %
Professores que recorrem a ferramentas de IA gratuitas de consumo (2025 survey)
44 %
Professores confiantes a ensinar o uso responsável da IA (2025 survey)
85 %
Professores que desejam mais apoio de formação profissional (2025 survey)
~90 %
Estudantes que já tinham ouvido falar de IA (2025 survey)
266 teachers
Professores inquiridos (2025)
147 students
Estudantes inquiridos (2025)
Detalhes
Promotor
New Zealand Council for Educational Research (NZCER)
Período
2025 (survey conducted and report published)
Palavras-chave
education research, AI literacy, teacher professional development, primary education
Contexto
O NZCER, um organismo nacional independente de investigação educativa sediado em Wellington, publicou 'Generative Artificial Intelligence in Aotearoa New Zealand Primary Schools: Teacher and Student Survey Findings' em 2025 (Coblentz, Dong e Gibbs; DOI 10.18296/rep.0077). O estudo inquiriu 266 professores do ensino primário (anos 5-8) a nível nacional e 147 estudantes em quatro escolas de estudo de caso, examinando de que forma ferramentas de IA generativa como o ChatGPT e o Google Gemini já estão a ser utilizadas em sala de aula, na ausência de um quadro de política nacional.
Resultados
69% dos professores relataram utilização semanal de IA generativa para planeamento de aulas, avaliação e personalização de materiais; 96% recorriam a ferramentas gratuitas de consumo em vez de licenças premium financiadas pela escola; apenas 44% se sentiam confiantes a ensinar os estudantes a usar a IA de forma responsável; e 85% queriam mais apoio de formação profissional. Entre os estudantes, cerca de 90% já tinham ouvido falar de IA e mais de metade já utilizava ferramentas generativas, mas a maioria não conseguia recordar ter recebido qualquer orientação de um adulto sobre quando ou como usá-la.
Conclusões
A amostra de professores era autosselecionada e 'desproporcionalmente interessada em IA generativa', e a amostra de 147 estudantes em quatro escolas é um conjunto pequeno e não representativo de estudo de caso — pelo que os resultados descrevem uma fatia envolvida e pioneira do sistema, em vez de uma base nacionalmente representativa. O NZCER recomenda formação profissional financiada centralmente, acesso protegido à privacidade a modelos premium, políticas nacionais e escolares culturalmente fundamentadas, e um ensino faseado e adequado à idade sobre literacia crítica em IA — um reconhecimento explícito de que a Nova Zelândia ainda carece de uma política nacional coerente de literacia em IA para escolas.
Implementação
Custo indicativo
Low (< €50k) — This is a diagnostic research report rather than a deployed programme; cost_band set to low reflecting the survey/report's own scope.
Tempo até resultados
Short (< 1 year) — A single-year survey conducted and published in 2025; timeline_band set to short.
Equipa e competências
NZCER research team (Coblentz, Dong, Gibbs)
Condições de sucesso
NZCER's own recommendations: centrally funded professional learning, privacy-protected access to premium AI models, culturally grounded national/school policy, staged age-appropriate AI critical-literacy teaching
Modos de falha comuns
Self-selected teacher sample 'disproportionately interested in generative AI'