D3lta da VIGINUM — a Ferramenta de IA de Código Aberto de França para Detetar Desinformação Coordenada
França
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Por iniciativa do Presidente Jóhannesson, a Islândia associou-se à OpenAI para que o GPT-4 aprendesse islandês correto. A empresa Miðeind usou 40 voluntários para afinar o modelo via feedback humano, procurando manter a língua viável nos serviços públicos com IA.
A Islândia, uma pequena nação nórdica com cerca de 370 mil falantes, enfrenta o risco de ver o islandês marginalizado à medida que os serviços públicos digitais passam a depender de grandes modelos de linguagem treinados sobretudo em inglês.
Numa visita aos Estados Unidos na primavera de 2022, o Presidente Guðni Th. Jóhannesson reuniu-se com Sam Altman, da OpenAI, dando início a uma colaboração para melhorar o desempenho do GPT-4 em islandês. Vilhjálmur Þorsteinsson, diretor da empresa de tecnologia linguística Miðeind, reuniu uma equipa de 40 voluntários que aplicaram Aprendizagem por Reforço com Feedback Humano (RLHF): para cada pergunta, o modelo gerava quatro respostas possíveis e os voluntários escolhiam e aperfeiçoavam a melhor. O trabalho foi anunciado em março de 2023.
O modelo resultante passou a servir de base à Embla, a assistente de voz islandês da Miðeind, e o projeto foi apresentado como um modelo replicável para outras línguas de poucos recursos. No entanto, nenhuma fonte publica métricas independentes de precisão, adoção da Embla ou impacto para os cidadãos, e a iniciativa dependeu de trabalho voluntário não remunerado e de um único parceiro privado, sem um programa governamental permanente.
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