Desde 2021, o Ministério da Igualdade de Género e da Família da Coreia do Sul (MOGEF) compila e publica estatísticas anuais sobre a disparidade salarial de género em instituições públicas — 344 organizações na ronda de 2024 — no âmbito do seu Sistema de Divulgação de Emprego por Género, juntamente com uma divulgação paralela que abrange cerca de 2.980 grandes empresas privadas e cotadas em bolsa.
O salário médio por género de cada instituição pública, bem como a sua disparidade de antiguidade, são agregados e divulgados publicamente pelo MOGEF, criando pressão de responsabilização ano após ano dentro do setor público. O governo tem citado este historial no setor público como base de evidência para um sistema obrigatório de divulgação salarial no setor privado, atualmente em fase de implementação faseada até 2026.
A disparidade salarial de género medida nas instituições públicas caiu todos os anos registados: 26,3% (2021), 25,2% (2022), 22,7% (2023) e 20,0% (2024) — os homens ganhando em média 72,7 milhões de won contra 58,2 milhões de won das mulheres em 2024 — enquanto a disparidade de antiguidade caiu de 29% para 19,9% no mesmo período. Nos mesmos quatro anos, a disparidade comparável no setor privado moveu-se na direção oposta, subindo para 30,7% em 2024, um contraste que o MOGEF e os meios de comunicação coreanos têm apontado como evidência que liga a divulgação pública sustentada a um encerramento mais rápido da disparidade.
A melhoria no setor público é uma tendência correlacional, não uma avaliação controlada, e pode refletir, em parte, políticas mais amplas de contratação e promoção no setor público, e não apenas a divulgação. Como a divulgação obrigatória no setor privado ainda está a ser implementada de forma faseada até 2026, permanece por testar se a mesma tendência se manterá quando os empregadores privados enfrentarem requisitos de transparência equivalentes.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.