Carta de Mulheres em Finanças de Luxemburgo
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Nascido de uma campanha de 2015 da Refuge e do Co-operative Bank, o Código de Abuso Financeiro da UK Finance leva os bancos a formar equipas e encaminhar sobreviventes para apoio. Em 2025, 33 signatários cobriam 49 marcas e 90% das hipotecas do Reino Unido, ainda que só 15% das vítimas denunciem o abuso ao banco.
O abuso económico — controlar o acesso de um(a) parceiro(a) ao dinheiro, ao trabalho ou ao crédito — é generalizado no Reino Unido: a Refuge estima que 8,7 milhões de pessoas já o sofreram numa relação, e a UK Finance/Surviving Economic Abuse situa o número atual em 4,2 milhões de mulheres, incluindo cerca de 750 mil afetadas especificamente através da hipoteca.
Na sequência de uma campanha de 2015 da organização Refuge e do Co-operative Bank, os bancos e sociedades de crédito imobiliário membros da UK Finance adotaram em 2018 um Código de Prática sobre Abuso Financeiro, comprometendo os signatários a formar o pessoal para reconhecer o abuso, evitar que as clientes repitam a sua história, ajudar as sobreviventes a recuperar o controlo das contas (incluindo dividi-las ou congelá-las) e encaminhá-las para serviços de apoio especializado. O Código já foi revisto duas vezes, a mais recente em abril de 2025, reestruturado em sete pilares alinhados com a regulação Consumer Duty.
Em 2025, o Código tinha 33 signatários, cobrindo 49 marcas e cerca de 90% do mercado hipotecário britânico; 25 bancos e sociedades tinham também adotado o Formulário de Evidência de Abuso Económico, uma ferramenta 'diga-nos uma vez' que permite às sobreviventes partilhar provas de abuso entre instituições sem repetir a sua história. Todos os novos signatários devem atingir conformidade total até 1 de novembro de 2026.
A base de evidência é honesta quanto aos limites: a própria investigação da Refuge revela que apenas 15% das sobreviventes denunciam o abuso económico ao seu banco e 31% não contam a ninguém, e não existe ainda avaliação independente e publicada que acompanhe os resultados financeiros das sobreviventes após a intervenção dos bancos — o percurso do Código mostra até agora ampla adesão institucional, mas ainda não um impacto comprovado.
Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.
De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.
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