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Diretrizes Operacionais dos Sites Públicos «de Todos» — o Regime Japonês de Testes e Divulgação Obrigatória de Acessibilidade

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Desde 2016, o MIC do Japão exige que os organismos públicos testem os sítios segundo a norma JIS X 8341-3:2016 e publiquem os resultados todos os anos — transparência que mantém visíveis as lacunas mesmo quando a conformidade é só parcial.

Detalhes

Promotor
Ministry of Internal Affairs and Communications (MIC) & Digital Agency, Japan
Período
2016–present
Palavras-chave
digital accessibility, e-government, public sector ICT, disability inclusion, transparency

Descrição

O Ministério dos Assuntos Internos e Comunicações do Japão (MIC) publica as "Diretrizes Operacionais dos Sites Públicos de Todos" (Minna no Kokyo Site Un'yo Guideline), lançadas em 2016 e revistas pela última vez em 2024, exigindo que ministérios nacionais, agências administrativas independentes e governos locais testem os seus sítios web segundo a norma JIS X 8341-3:2016 (a especificação de acessibilidade japonesa alinhada com a WCAG 2.0) e publiquem os resultados.
Os organismos amostram um conjunto de páginas representativas, executam verificações automáticas (Nu Html Checker, axe-core, Adobe Acrobat Pro para PDF) e testes manuais com leitores de ecrã como o NVDA e o VoiceOver, publicando depois uma declaração pública de acessibilidade com o seu nível de conformidade. A divulgação de 2024 da própria Digital Agency, publicada a 1 de abril de 2025, testou 60 páginas (40 páginas web, 20 PDF) e relatou apenas "conformidade parcial" com o Nível A, aquém do Nível AA recomendado pelo MIC, com falhas recorrentes em texto alternativo de imagens, legendas de vídeo e etiquetagem de PDF.
Em vez de proclamar sucesso, a diretriz institucionaliza uma autodivulgação honesta e recorrente em dezenas de organismos nacionais (o Gabinete do Governo, o Gabinete de Estatística, o MEXT e a Digital Agency publicam todos os seus próprios resultados), criando um registo público das lacunas de acessibilidade e forçando correções incrementais a cada ciclo. A abordagem mostra tanto o valor como os limites de uma governação de acessibilidade baseada em divulgação: a transparência sem auditoria independente ainda deixa lacunas de conformidade, mas manteve o tema visível na agenda política japonesa há quase uma década.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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