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Good practice

Norway's Fedrekvote (Father's Quota) — Reserved Parental Leave for Fathers

Noruega · Oslo · Ver o perfil de Noruega

Norway's 1993 father's quota (fedrekvote) reserves non-transferable paid parental leave for fathers, driving uptake from 2.4% (1992) to 90%. Expanded from 4 to 15 weeks, it is the global model for equalising care responsibilities between parents.

2.4% → ~90%
Adesão dos pais à licença parental (1992–2010s)
4 → 15 weeks
Quota reservada ao pai

Detalhes

Maturidade
Established
Promotor
Ministry of Children and Families (Barne- og familiedepartementet)
Período
1993-present
Palavras-chave
parental leave, care work, gender equality, work-life balance

Contexto

Em 1993, a Noruega tornou-se o primeiro país a introduzir uma 'quota do pai' (fedrekvote) intransferível de licença parental remunerada reservada aos pais e perdida se não for utilizada. A quota original de quatro semanas foi alargada ao longo do tempo até 15 semanas.

Resultados

A adesão dos pais à licença parental subiu de 2,4% (1992) para cerca de 90%, e os homens noruegueses gozam agora cerca de um terço de toda a licença parental — a maior proporção da OCDE. O modelo foi adotado em todos os países nórdicos e na Alemanha e inspirou a Diretiva da UE 2019/1158 sobre licença de paternidade intransferível.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

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