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Programa «Cidade sem Carros» de Oslo — cerca de 760 lugares de estacionamento removidos e menos 28% de tráfego automóvel no centro

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Oslo removeu cerca de 760–800 lugares de estacionamento na rua do centro em 2016–19, substituindo-os por bancos, ciclovias e espaços de jogo; as contagens municipais mostram menos tráfego e mais peões, com a quebra no comércio atribuída a tendências gerais.

Programa «Cidade sem Carros» de Oslo — cerca de 760 lugares de estacionamento removidos e menos 28% de tráfego automóvel no centro

Detalhes

Promotor
City of Oslo (Bymiljøetaten / Agency for Urban Environment)
Período
2015–2019 (long-term planning to 2027)
Palavras-chave
urban mobility, public space, parking policy, active travel

Descrição

O Programa Cidade sem Carros de Oslo (Bilfritt byliv) foi lançado pelo executivo municipal eleito em 2015 com o objetivo de tornar a área central, com cerca de 1,3 km², em grande parte livre de automóveis privados, e decorreu em três fases entre 2016 e 2019. Cerca de 760–800 lugares de estacionamento na rua foram convertidos em espaço pedonal, bancos, espaço cultural, parques infantis e infraestruturas ciclistas.
Segundo o estudo de caso do Observatório da Mobilidade Urbana da Comissão Europeia, o tráfego automóvel no centro desceu 11% entre 2016 e 2018 e mais 19% entre 2018 e 2019, enquanto as contagens de peões nas ruas inquiridas aumentaram cerca de 14% e o número de pessoas que permanecem no espaço público aumentou cerca de 43%. A quota de transportes públicos e bicicleta subiu ligeiramente e mais de metade dos residentes apoiou menos automóveis no centro nos inquéritos de 2017 e 2018.
Os lojistas e as suas associações foram os principais opositores. Uma avaliação publicada concluiu que o volume de negócios do comércio do centro diminuiu, mas atribuiu a quebra a tendências gerais do retalho e não às medidas, com vendas iguais ou superiores às de zonas concorrentes. Um estudo de base «City Account» sobre os efeitos no comércio estava ainda incompleto quando foi referido numa entrevista de 2019, pelo que a evidência comercial deve ser lida com cautela.
É um exemplo útil e honestamente misto: mudanças monitorizadas no tráfego e na vida na rua, apoio público crescente e conflito empresarial gerido, mas assente em monitorização municipal e estudos observacionais, e não numa avaliação controlada, numa cidade com transportes públicos excecionalmente fortes.

Implementação

Os detalhes de implementação (custo, prazo, equipa, condições de sucesso) ainda não estão disponíveis para esta prática.

Implementa esta prática? Reivindique-a — implementadores verificados obtêm um contacto público na página e podem propor correções.

Fontes de dados

De onde foi obtida a informação desta prática, e quando.

Anexos

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